olho os estilhaços de vidro ao chão
estilhaços de felicidade
eu lembrei de coisas e coisas
que alegravam o meu mundo
...
eu pensei ter ouvido as nossas risadas
por um instante eu revivi as nossas lagrimas
que agora são só minhas
as suas palavras deixaram-me em pedaços
tal como os estilhaços de vidro
eu não posso te alcançar agora
costumava dizer que
o "pra sempre" sempre acaba ..
mas , ao viver aquela amizade
eu pensei que estivesse enganada
eu realmente acreditei que poderiamos
ser sempre nós
no entanto só há eu agora ...
o coração pesa mais do que o corpo
e os passos se tornam arrastar de pés
o ar se torna rarefeito
e é doloroso respirar
é doloroso olhar pra tras
os ferimentos ainda sangram
dos pedregulhos que desabaram sobre mim
minhas mãos , tão vazias
tanto o meu corpo quanto a minha alma
poderiam continuar fingindo, fingindo
estar bem
mas ,em coração eu já parti
já me parti ao meio
quebrei
no lugar do vazio dos meus olhos
que o azul do céu reflete
sinto uma odiosa saudade
saudade que assombra meus pensamentos
são estilhaços de vidro que me cortam
a medida que caem
como uma chuva
como uma chuva dolorosa
uma chuva de saudade
fiz este blog para divulgar as coisas que eu escrevo espeero que gostem e por favor perdoem os erros de digitação --' beeijo prah todos e obrigado(a) pela visita!
domingo, 30 de maio de 2010
as situações fugiram do meu controle
como a àgua escapa dos dedos abertos
e não sei como cheguei aqui
a este ponto
mudou tão de pressa que meus olhos
se quer puderam acompanhar [...]
eu sinto falta dos pedaços que me foram arrancados
e dos que cairam a cada queda minha
eu os procurei , mas já não pude encontra-los
pois já não estavam mais lá
era uma pequena dor
que se multiplicou
cresceu
que está dominando cada movimento deste corpo
cada pensamento meu
quando eu fecho os olhos
é apenas para fugir por instantes
quando eu prendo a respiração
é apenas para não respirar meus problemas
e quando meu coração bate devagar
é para que alguem perceba que estou morrendo
e me salve.
como a àgua escapa dos dedos abertos
e não sei como cheguei aqui
a este ponto
mudou tão de pressa que meus olhos
se quer puderam acompanhar [...]
eu sinto falta dos pedaços que me foram arrancados
e dos que cairam a cada queda minha
eu os procurei , mas já não pude encontra-los
pois já não estavam mais lá
era uma pequena dor
que se multiplicou
cresceu
que está dominando cada movimento deste corpo
cada pensamento meu
quando eu fecho os olhos
é apenas para fugir por instantes
quando eu prendo a respiração
é apenas para não respirar meus problemas
e quando meu coração bate devagar
é para que alguem perceba que estou morrendo
e me salve.
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